

[vc_row][vc_column][vc_video link=”https://youtu.be/2m9stZCW4ks” align=”center”][vc_column_text]Fechando os festejos do mês do orgulho LGBTQ+, a CONVERSE reforça sua crença nos mais diferentes movimento que lutam pela liberdade de expressões de gênero, identidades e orientações sexuais.
Aqui no Brasil, pela primeira vez, desembarcou a coleção PRIDE, composta por três edições do CHUCK TAYLOR ALL STAR nas suas mais famosas iterações, HI e OX.
Marcados pela presença das cores do arco-íris, os modelos e a mensagem “YES TO ALL”, disseminada globalmente pela marca, ganharam uma nova campanha, produzida pelo coletivo MO.O.C e batizada HUMAN VOGUING.
A ação foi inspiradas na cultura de mesmo nome, que se iniciou nos Estados Unidos na década de 1980 e influencia até hoje as cenas artística e musical de todo o mundo – incluindo a nossa. Para acompanhar as imagens um texto em tom de manifesto, que explica a opção por jogar luz em figuras do universo LGBTQ+ antes marginalizadas, mas que nunca deixaram de exercer seu protagonismo no mais democrático dos palcos, a rua, maior responsável por imortalizar o grande ícone da CONVERSE, o CHUCK TAYLOR ALL STAR.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”182876″ img_size=”large” alignment=”center” onclick=”link_image”][vc_single_image image=”182874″ img_size=”large” alignment=”center” onclick=”link_image”][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”182875″ img_size=”large” alignment=”center” onclick=”link_image”][vc_single_image image=”182873″ img_size=”large” alignment=”center” onclick=”link_image”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]
Lugares em comum, tudo junto e misturado.
Cabarés, restaurantes, inferninhos, cafés, cinemas de rua e bares: assim transitavam os marginalizados da identidade.
Tratados como figuras quase que folclóricas e aberrações ligadas a um submundo incoerente, negavam espaços, dando ao preconceito e à homofobia vasta liberdade.
Ainda assim, sempre existiu um lugar relativamente livre para o pertencimento desses: a rua.
Seio maternal de muitas culturas, cheias de movimentos angulares e lineares, caras e bocas, hi-fi’s e ballrooms,
Hoje temos Glamazon’s, Strike a Pose, e um mundo de Voguing que saiu das ruas do Harlem e do domínio afro-americano, ganhou o mainstream e é símbolo de representatividade LGBTQ+ universal.
[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”182911″ img_size=”large” alignment=”center” onclick=”link_image”][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”182912″ img_size=”large” alignment=”center” onclick=”link_image”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]A ideia do coletivo MO.O.C foi traduzir essa realidade para o cenário atual brasileiro, preocupando-se de forma autêntica com cada detalhe, do casting de pessoas reais à trilha.
“O filme foi pensado em como a cultura do vogue é muito presente na comunidade LGBTQ brasileira. Quando pensamos nessa forma de arte, temos muitas referências dos EUA e ao fazer este trabalho pudemos perceber que é algo muito forte e que procura cada vez mais se mostrar presente na cena local.
Assim, como a CONVERSE, nos mantemos fiéis a nossa essência, adaptando, sempre que preciso, ao cenário atual. Por isso nosso casting é formado em sua maioria por jovens negros, periféricos e latinos, trazendo sempre uma boa parcela feminina para o contexto. O figurino também reflete essa diversidade, pois cada participante tem sua forma de se expressar, seja na dança ou na própria vestimenta, nos permitindo criar vários conteúdos visuais através deles”.
O local escolhido para a produção foi o Estúdio Lâmina, que cedeu seus diversos cômodos para que fossem recriados os cenários originais das batalhas de voguing, mantendo o espírito undergroung das origens dessa cultura.
O coletivo contou, ainda, com uma equipe convocada para dar suporte à captura das imagens na busca pelo máximo de fidelidade à vivência dos dançarinos e à forma natural como eles interagem com a câmera, fazendo da trilha – com seus beats atemporais e facilmente reconhecíveis – um outro elemento fundamental para a composição.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=”182915″ img_size=”large” alignment=”center” onclick=”link_image”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_single_image image=”182914″ img_size=”large” alignment=”center” onclick=”link_image”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]FICHA TÉCNICA
Direção: Raphael Fidelis
Diretor de fotografia: Louis Rodrigues
Diretor criativo: MO.O.C.
Diretor de arte: Vinicius Teixeira
Cenografia: MO.O.C.
Operador de câmera: Fabio Politi
Assistente de câmera 1: Caique Barboza
Assistente de câmera 2: Giovanna Telles
Fotografia still: Catarina Martins
Colorista: Renan Lazari (Corazon Filmes)
Edição: Raphael Fidelis
Trilha: Deryck Cabrera
Direção de beleza: Breno Mello / Lídia Thays
Estilo: Suyane Ynaya
Assistente de estilo: Beatriz Silva Ribeiro
Produção: Catarina Martins / Suyane Ynaya / Kevin David
Produção de elenco: Kevin David
Comunicação: Levi Novaes[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]



