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A Mizuno Faz Uma Nova Aposta No Silo Das Chuteiras Voltadas Para A Velocidade

Muitos jogadores de futebol profissional, quando estão sem contrato com fornecedores de material esportivo, aparecem em campo com chuteiras pintadas de preto totalmente, para não deixarem marca alguma aparecer em seus jogos de forma gratuita.

Na imensa maioria das vezes, essas chuteiras pintadas são as MIZUNO MORELIA, uma das mais queridas entre boleiros de todo o mundo.

Sua durabilidade, conforto e caimento beiram a perfeição, sendo quase unanimidade entre aqueles que preferem as chuteiras de couro de canguru para suas pelejas. Entretanto, não podemos fechar os olhos para as novas tecnologias que permitem ao fabricantes deixar os equipamentos muito mais leves e ágeis para os dias atuais, ajustando até mesmo os seus processos para diminuir desperdício.

Pois parece que a MIZUNO resolver juntar o melhor dos dois mundos na nova geração da MORELIA NEO 3, trazendo um cabedal feito em tricô tecnológico até parte do peito do pé, mas usando o clássico couro de canguru em sua região frontal, além de outros materiais muito avançados tecnologicamente, dessa forma, reduzindo a massa do conjunto como um todo, sem prejudicar o toque na bola e a sensibilidade do jogador, mantendo o uso do couro onde ele é mais importante.

Construída no Japão, a opção de estreia do modelo é quase totalmente azul, com o Run Bird listrado de branco nos dois lados e inscrições que, além do branco, usam vermelho e dourado para fechar a composição.

Fotos: Mizuno