A Nova Parte Da Coleção Tie Dye Da Rider Chega Apenas No Cartel 011

25 nov 2019

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Conhecemos na semana passada a coleção Tie Dye da RIDER, que une três clássicos da marca e os banha na milenar técnica de tingimento tie dye.

Usando novas cores, as sandálias reaparecem na segunda entrega da coleção, que foi batizada como “Minimal Psy” e apresenta tons terrosos, em um visual muito mais sóbrio do que o lançamento anterior, buscando trazer a sensação do contato com a natureza, da segurança terrena e real, numa era quase inteiramente digital. Minimamente psicodélica, a escolha deste tie dye propõe o high fashion: simples, mas nada ordinário.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row gap=”2″][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]A brincadeira com luz, esculturas e tons quentes e terrosos da campanha nos transportam de volta para os anos 70, em um cenário que representa bem o tema inspirador: o conceito de pós-espacial, lembrando os vastos terrenos arenosos de Marte.

As poses de Carla Arakaki, Malcolm e Alexandre Furcolin refletem o sentimento de nostalgia no ensaio da campanha.[/vc_column_text][vc_images_carousel images=”276564,276563,276562″ img_size=”full” speed=”2222″ autoplay=”yes” wrap=”yes”][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”276565″ img_size=”full” alignment=”center”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Os personagens escolhidos representam o conceito da Tie Dye Collection em muitos aspectos. Para Malcolm, que aos 17 anos é ator, modelo, rapper, compositor e dançarino, a arte tem a função de trazer o que é novo. “Talvez seja possível mudar o que sempre existiu no mundo dependendo daquilo que você se posiciona a fazer. O ser humano é uma metanoia”, conclui ele referindo-se à beleza do resultado inesperado.

A DJ e fotógrafa Carla Arakaki associa a irregularidade do processo artístico desta técnica com a imprevisibilidade da própria vida “a distorção do que já está no mundo é necessária para a gente conseguir sobreviver e esse é o papel da arte. Fazer refletir, incomodar, libertar. Poder colocar pra fora sua forma de pensar e colocar um pouco de cor na vida.

Alexandre Furcolin diz que essa distorção tem tudo a ver com o trabalho dele na moda “estou sempre tentando desconstruir essa imagem perfeita, em busca de uma imagem mais livre, verdadeira, que mostre sentimento”.[/vc_column_text][vc_single_image image=”276567″ img_size=”full” alignment=”center”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]

As vendas dessa segunda parte da coleção Tie Dye estão sendo realizadas com exclusividade nas lojas física e online do Cartel 011.

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