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As Coisas Vêm Dando Muito Certo Para A adidas, Mas Até Quando?

Que a ADIDAS vive hoje um ótimo momento, isso é indiscutível.

Falando de esportes, foi ela quem vestiu a seleção campeã da última Copa do Mundo, dominou os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro no ano passado, esteve na final da Liga dos Campeões – em ambos os lados do campo – e é a fornecedora da maioria dos clubes europeus campões em suas próprias ligas nacionais.

Isso, sem falar no sucesso da sua linha ORIGINALS, catapultado pelo SUPERSTAR e STAN SMITH, ou nos produtos de performance que convivem hoje nesse ambiente, caso do ULTRABOOST.

Segundo matéria publicada na mais recente edição imprensa da FORTUNE, enquanto as vendas do seu principal concorrente, a NIKE, cresceram somente 0,74% no último ano, as da ADIDAS aumentaram 31%, chegando a 11 bilhões de dólares, enquanto a UNDER ARMOUR teve queda de 0,69%. Vale ressaltar que a NIKE ainda é dominante no volume de vendas e market share, apesar do SUPERSTAR ter sido o modelo mais vendido de 2016, no mercado norte-americano.

Porém, em um relato levantado por MATT POWELL, da NPD GROUP, para a publicação, as coisas estão prestes a ficar “não tão fáceis” para as três maiores marcas esportivas nos Estados Unidos: a NIKE vem encontrando dificuldades para cumprir algumas de suas metas, a UNDER ARMOUR sofre com a quebra de seus principais canal de vendas e a crise de outro e para a ADIDAS, as vendas de SUPERSTAR e STAN SMITH estão começando a estagnar, dando os primeiros sinais de cansaço.

Creditando a onda dos modelos esportivos/casuais, a matéria termina lembrando que na moda, assim como no esporte, tudo é cíclico e deixando uma interessante pergunta no ar: qual será a próxima grande onda e qual marca vai ser a responsável por “surfá-la”?

Fonte: FORTUNE

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