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Nike Flyknit Racer No Brasil – Primeiras Impressões

Desde quando o FLYKNIT foi anunciado, no começo do ano, mais precisamente no dia 22 de fevereiro, pessoas – e não apenas os corredores e sneakeheads – que ficaram sabendo o que era a novidade aguardavam ansiosamente seu lançamento.
Apesar dos dois lançamentos anteriores,  em tiragens limitadíssimas, vendidas em apenas quatro lojas ao redor do mundo, pouca gente, de fato, pode colocar seus pés no tênis mais técnico já lançado pela NIKE.
Para quem não tinha um contato forte ou uma bela grana sobrando – algo em torno de 800 dólares – a ansiedade chegou ao fim sexta-feira passada, dia 27, data em que a marca havia prometido lançar modelos com o FLYKNIT em larga escala, coincidindo com a abertura dos Jogos Olímpicos de Londres, justamente onde tal tecnologia seria o seu carro-chefe.
Promessa cumprida, já na sexta-feira começaram a bombar fotos e comentários nas redes sociais, todos elogiando os tênis, além de alguns pares no mercado paralelo, a preços um pouco mais ‘justos’.
O Brasil, mais uma vez, não ficou de fora e também recebeu, quase que simultaneamente com o resto do mundo, a sua primeira cota de FLYKNITS.


Por enquanto, está disponível apenas o FLYKNIT RACER, na colorway de divulgação, VOLT/BLACK-SEQUOIA, que pode ser encontrado em NIKE STORES de São Paulo e do Rio de Janeiro, além de unidades da rede MUNDO CORRIDA.
Os 550 reais podem assustar um pouco, mas parece que o público brasileiro abraçou o modelo e certos tamanhos já estão esgotados na loja MUNDO CORRIDA, de SP, onde eu comprei o meu par.


O primeiro contato com o tênis foi impressionante. A última vez que tive tal impressão foi quando peguei um LUNARACER+ exatamente quatro anos atrás e a novidade para as Olimpiadas na época era o solado LUNARLON e o FLYWIRE. Ele é extremamente leve e, de fato, o cabedal ‘abraça’ o pé como prometido, sem contar o conforto e o fato de ser extremamente arejado, características pertencentes inicialmente ao FLYWIRE, que pensei que nunca seriam superadas.


À primeira vista, o calçado parece ser muito frágil, principalmente na região dos passadores de cadarço e a impressão é que qualquer puxão mais brusco vai estragar o cabedal. Porém, depois de duas horas no pé e de adquirir certa confiança, dá pra arriscar dar uma puxada mais forte, sem medo, no cadarço que também recebeu atenção especial: é mais fino, leve e feito de material reciclado.


A sustentabilidade, a propósito, é outro elemento que foi levado em conta na concepção do FLYKNIT, que elimina boa parte dos resíduos por ser feito de uma peça única posicionada sobre um solado WAFFLESKIN, que, assim como o nome sugere, remete ao lendário solado WAFFLE.


Fica agora a expectativa pela chegada TRAINER+, na versão com solado WAFFLESKIN e LUNARLON, e em suas dez opções de cores. E que venham as outras colorways ou os novos HTM. Quem sabe?